Carnaval Russo

A aluna Valéria Tsyurak ensinou-nos que o Carnaval na Rússia é diferente. Aqui fica um pequeno resumo dessa festividade.

Na Rússia, também se festeja o Carnaval. Durante todo o ano fazem uns espantalhos de palha, que se colocam em vários locais nas cidades. No dia de Carnaval são lançados paus com fogo aos espantalhos. Esta festividade chama-se “Maslenitsa”. A tradição manda comer uma grande quantidade de panquecas (até não conseguir mais).

Nos locais fora da cidade e em zonas mais pobres, monta-se apenas um espantalho que se queima.

Esta festividade simboliza o fim do inverno e o início da primavera.

Anúncios
Publicado em Mais recente, Notícias | Etiquetas , | Publicar um comentário

Visita à Igreja do Paião

 

Os alunos do clube Raízes, tiveram a oportunidade de visitar a igreja do Paião no dia 22 de janeiro, onde descobriram muitos motivos de interesse.

A professora Teresa Maia explicou que esta igreja tem como padroeira Nª S.ª do Ò. Chamou a atenção, explicando o significado de alguns espaços específicos como: a pia batismal, o coro, o confessionário, o púlpito, entre outros.

Os alunos gostaram muito da visita. E consideraram-na enriquecedora para o seu conhecimento do património local.

 

Publicado em Atividades do Clube Raízes, Mais recente | Publicar um comentário

Explorando conhecimentos em Coimbra

Alunos do 6.º ano foram em Visita de Estudo ao Exploratório Centro Ciência Viva e à Universidade de Coimbra

No dia 2 de março os alunos do 6.º ano foram em visita de estudo a Coimbra, ao Exploratório e à Universidade de Coimbra.

Na visita de estudo, que foi preparada em colaboração pelas disciplinas de História e Geografia de Portugal, Português e Ciências Naturais, participaram 89 alunos, das diversas turmas do 6.º ano.

No Exploratório realizaram várias experiências, a maior parte delas relacionadas com o funcionamento do corpo humano, alargando os conhecimentos adquiridos nas aulas através da experimentação e observação.

Também contactaram com versões diferentes de várias histórias, apresentadas numa outra linguagem e associando a experiência à descoberta da história contada.

Já na Universidade, com uma visita guiada, admiraram a belíssima Biblioteca Joanina, puderam reconhecer as aprendizagens efetuadas nas aulas de História e Geografia de Portugal e descobrir algumas curiosidades, como as portas disfarçadas, o sistema de colocação das escadas, o sitio de guarda das preciosidades, a colaboração dos morcegos na proteção dos livros, etc.

Visitaram a bonita e restaurada Capela de S. Miguel, observaram a prisão dos estudantes (usada no passado para os que faltavam às aulas ou tinham outros comportamentos pouco corretos) e tiveram ainda a oportunidade de ver a Sala dos Capelos, onde por casualidade, estava a decorrer um doutoramento.

Foi, sem dúvida, um dia especial de aprendizagem, que terá continuidade nas aulas das disciplinas envolvidas.

Publicado em Atividades da Escola, Mais recente | Etiquetas , , | Publicar um comentário

O meu monumento…

 

capturarccc

Propusemos aos alunos a escolha de um monumento do seu agrado, com a seleção de algumas fotografias do mesmo, extraídas do google, e em que apresentassem também a razão da sua preferência.

Em seguida colocamos as escolhas das alunas Filipa Cintra e Lara Plácido.

A Torre de Belém

tb

A Torre de Belém foi construída estrategicamente na margem norte do rio Tejo, entre 1514 e 1520, para defesa da barra de Lisboa. É uma das jóias da arquitetura do reinado de D. Manuel I.

Eu gosto muito deste monumento porque tinha a função de defender a cidade de Lisboa e também porque acho que a sua arquitetura é muito bonita.

imagem1vbn

E agora a seleção da Lara Plácido:

lp

Um pouco sobre o Mosteiro dos Jerónimos

 O Mosteiro dos Jerónimos ou Mosteiro de Santa Maria de Belém é um mosteiro português da Ordem do São Jerónimo construído no século XVI. Situa-se na freguesia de Belém, na cidade e concelho de Lisboa. É , desde 1983, Património da Humanidade e tem, desde 2016, o estatuto de Panteão Nacional.

O Mosteiro dos Jerónimos tem a arquitetura muito requintada e a própria construção é aprimorada. Adoro os retalhes sublimes como os retraces da janela manuelina.

Publicado em Atividades do Clube Raízes, Mais recente | Etiquetas , , | Publicar um comentário

As primeiras comunidades recoletoras e agropastoris vistas pelos alunos do 5.º ano

dsc08776

Para aplicarem os conhecimentos adquiridos nas aulas, foi proposta aos alunos do 5.º ano de escolaridade a realização de trabalhos sobre as primeiras comunidades humanas da Península Ibérica: recoletoras e agropastoris.

dsc08779

A realização dos trabalhos exigia a seleção do um assunto a abordar, alguma pesquisa e criação de um trabalho individual que refletisse o conhecimento do tema estudado.

dsc08774

Os alunos empenharam-se e criaram trabalhos bastante interessantes e coloridos, que se encontram expostos no bloco D da escola.

collage

Para aumentarem os seus conhecimentos e contactarem diretamente com peças originais da pré-história os alunos também contaram com as explicações dadas pela arqueóloga Ana Ferreira, do Museu Municipal Santos Rocha, que esteve na escola no dia 14 de novembro, acompanhada da técnica do Serviço Educativo, Virgínia Espadinha.

collage

Foi uma emoção  tocar peças originais, algumas encontradas na região do Paião, bem como algumas réplicas criadas para demonstrar como seriam usadas pelas comunidades recoletoras e agropastoris.

Publicado em Atividades da Escola, Mais recente | Etiquetas , , | Publicar um comentário

O terramoto de 1755 e a reconstrução de Lisboa

lisboaPassam hoje 261 anos sobre o terrível terramoto que abalou a capital portuguesa, causando o pânico, a destruição e a morte.

Cerca das 9 horas e  40 minutos do dia 1 de Novembro de 1755, dia de Todos os Santos em que as igrejas se encontravam cheias de gente para a missa, a terra tremeu durante vários minutos, derrubando muitos edifícios e espalhando os seus destroços por toda a parte, tornando muito difícil ou até quase impossível o socorro às vítimas, ainda mais com os escassos meios para o efeito existentes na época.

Aos sismos sucederam-se os incêndios e o maremoto, trazendo as águas do Tejo sobre a baixa da cidade. Os habitantes, numa ânsia de salvação, procuraram a zona ribeirinha, acabando por ser apanhados pelas ondas que fortemente galgaram sobre a cidade.

Lisboa ficou bastante destruída. Era necessário reconstruir depressa. Nesse plano se destacou a figura do Marquês de Pombal que, de imediato, chamou engenheiros e arquitetos para efetuarem um plano de reconstrução da cidade. Nele se colocaram em prática as primeiras medidas anti-sísmicas e se tornou a capital mais bela e higiénica, construindo-se ruas mais largas e perpendiculares umas às outras, passeios calcetados e esgotos, casas todas da mesma altura, com varandas de ferro forjado, se construiu a praça do comércio, em frente ao rio.

Para saber mais veja o vídeo disponibilizado pela RTP e que aqui colocamos.

Publicado em Mais recente | Publicar um comentário

O que escondem as salinas – Projeto da EB1 das Regalheiras

DSC_0036

No âmbito do Projeto “O que escondem as salinas”, distinguido pela Fundação Ilídio Pinho, a EB1 das Regalheiras – Agrupamento de Escolas do Paião, levou a efeito no passado dia 29 de abril, uma sessão/divulgação, alusiva ao tema “A importância das salinas na economia local”.

DSC_0055

A sessão, que decorreu na Casa do Povo, nas Regalheiras, contou com a participação da professora Madalena Canas, responsável pelo Clube raízes – Viagens pela História e pelo Património, da bióloga Zara Teixeira, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra e colaboradora no Instituto Marefoz e do sr. José João, produtor local de sal e marnoto.

DSC_0045 (1)

A professora Madalena Canas abordou a história do sal ao longo dos tempos, referindo–se depois à história do sal e das salinas da Figueira da Foz, terminando a sua apresentação com uma chamada de atenção para a importância da preservação das salinas como importante exemplo de património local, paisagístico, histórico e cultural das gentes desta região.

DSC_0044 (1)

A bióloga Zara Teixeira abordou a temática da fauna e da flora existente nas salinas de Lavos, explicando, em especial, a cadeia alimentar dos flamingos, que se alimentam de artémias e cujos parasitas dão aos flamingos a cor rosada.

DSC_0050

O sr. José João referiu-se sobretudo à importância da adoção de atitudes corretas para a preservação do ambiente para a continuidade da existência das salinas, fator muito importante na vida e economia locais.

DSC_0069

Os alunos responderam às perguntas que lhes foram sendo colocadas, esclareceram as suas dúvidas e mostraram querer ser protetores das salinas e do ambiente, adotando atitudes positivas e levando a mensagem para para os seus familiares.

DSC_0094

No final da sessão os alunos de inglês apresentaram uma canção sobre os flamingos e as artémias. Para terminar, foi ainda possível visitar o Museu da Casa do Povo, onde se encontram muitos dos instrumentos de trabalho dos marnotos e das salineiras.

DSC_0098

Publicado em Sem categoria | Publicar um comentário